
myra
Fofa e redonda, ela segura a minha perna, enquanto sua mente criança pensa rapte-me príncipe no cavalo branco meu irmão não me beija. Um cavaleiro de alma escura deixou-lhe a boneca de porcelana e sumiu na densa bruma. Um rei asteca levou-a distante. Dedicou-se às artes da pintura, disseminou cultura, esbanjou talento. Falta-me a sua mão na minha perna, de longe envio-lhe beijos que não lhe dou. Não mais a fofa e redonda boneca, agora é nobre senhora romana. Insiste em ser irmã, finjo indiferença,
somos almas idênticas e isso basta.
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